“Tenho-vos dito isso, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo; eu venci o mundo” (João 16.33).... “Mas buscai primeiro o Reino de Deus, e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas” (Mateus 6.33)
No início deste ano eu disse à Igreja que o ano de 2010 passaria rapidamente. Não porque seus dias seriam mais curtos, mas porque três eventos chamariam a atenção do povo e, assim, muitos não prestariam a atenção no “passar do tempo”. Eram eles: A festa profana do carnaval, no início do ano; o campeonato mundial de futebol (a Copa do Mundo), no meio do ano; as eleições majoritárias em nosso país, no final do ano. Os dois primeiros eventos já passaram e estamos a caminho do terceiro. Qual será, então, a nossa responsabilidade com ele; posto que somos cidadãos brasileiros?
Primeiramente devemos considerar que o cristão não é uma “ilha” isolada do contexto social que o rodeia; ao contrário, ele está imerso nessa sociedade e, no dizer do Senhor Jesus Cristo, ele precisa salgá-la (Mateus 5.13), isto é, deve influenciá-la a tal ponto que a conduza à comunhão com seu Criador; ou seja, procurar inseri-la no Reino de Deus. Eis aí uma tarefa nada fácil pois muitos dos conceitos e elementos culturais da sociedade humana estão na contra-mão dos ensinos do Reino de Deus. Isto exige do cristão “remar contra a correnteza”, “nadar contra a maré”.
Em segundo lugar precisamos compreender que, embora seja cidadão do Reino de Deus, o cristão ainda é cidadão desta terra e tem compromissos com a sociedade humana na qual está inserido; até porque as decisões tomadas pelos representantes da sociedade organizada afetam direta e diariamente a vida de toda ela podendo, até mesmo, trazer prejuízo a valores dessa sociedade.
Isto posto, entendo que nós pastores devemos orientar biblicamente o rebanho do Senhor que está sob a nossa responsabilidade pastoral na tomada de decisão quanto à escolha de seus representantes nos cargos do legislativo (deputados e senadores) e nos cargos do executivo (governadores e presidente). Entendo, também, que não temos o direito de indicar nomes e “obrigar” que o rebanho vote neles (aliás, isso não seria
democraticamente correto; e até creio que isto se constituiria num crime eleitoral).
Enfim entendo, ainda, que devemos dar ao rebanho os meios (as informações necessárias) para que decidam seus votos segundo suas consciências e no temor do Senhor. Quando digo “orientar biblicamente o rebanho do Senhor” estou me reportando à idéia de que há pressupostos bíblicos que dão respaldo a isto. Vejamos alguns desses exemplos focalizando, especialmente, o campo espiritual (oração, intercessão):
- “Admoesto-te, pois, antes de tudo, que se façam deprecações, orações, intercessões e ações de graças por todos os homens, pelos reis e por todos os que estão em eminência, para que tenhamos uma vida quieta e sossegada, em toda a piedade e honestidade” (1 Timóteo 2.1,2)
- “Procurai a paz da cidade para onde vos fiz transportar; e orai por ela ao SENHOR, porque, na sua paz, vós tereis paz” (Jeremias 29.7)
Vejamos, agora, alguns outros pressupostos bíblicos focalizando o campo legal de sujeição às autoridades constituídas, fundamentando-se na sua honorabilidade e legitimidade: - “Toda alma esteja sujeita às autoridades superiores; porque não há autoridade que não venha de Deus; e as autoridades que há foram ordenadas por Deus” (Romanos 13.1)
- “Sujeitai-vos, pois, a toda ordenação humana por amor do Senhor; quer ao rei, como superior; quer aos governadores, como por ele enviados para castigo dos malfeitores e para louvor dos que fazem o bem” (1 Pedro 2.13,14).
Certamente você notou que os dois últimos textos bíblicos acima transcritos falam de “autoridades superiores” e “ordenação humana” não especificando que essas autoridades sejam necessariamente cristãs, mas que ajam dentro dos limites da legalidade, respeito, ética e moralidade de tal forma que sejam “castigo dos malfeitores” e sejam “louvor dos que fazem o bem”. O mesmo diz o contexto de Romanos 13.1-7 (leia-o). No texto de Jeremias 29.7 (acima transcrito) há ordem divina para que os judeus orassem pela cidade para onde tinham sido transportados cativos, e que buscassem a paz daquela cidade.
Ressalto que o Império Babilônico, onde os judeus estavam cativos, não era cristão. Com certeza você também percebeu que o texto de 1 Timóteo, acima citado, nos manda orar “por todos os homens” e destaca que o façamos “pelos reis e por todos os que estão em eminência” com um propósito específico: “para que tenhamos uma vida quieta e sossegada”.
Com certeza oração, súplica diante de Deus, nossa consagração, intercessão pela nossa terra, e intercessão pelas autoridades constituídas devem fazer parte de nossa primeira atitude em resposta à nossa responsabilidade como cidadãos brasileiros, na pergunta formulada no final do primeiro parágrafo destas linhas. Mas não para aí a nossa responsabilidade como cidadãos desta terra; temos mais a fazer. Continuaremos este assunto na Parte II, se Deus quiser.
- “Admoesto-te, pois, antes de tudo, que se façam deprecações, orações, intercessões e ações de graças por todos os homens, pelos reis e por todos os que estão em eminência, para que tenhamos uma vida quieta e sossegada, em toda a piedade e honestidade” (1 Timóteo 2.1,2)
- “Procurai a paz da cidade para onde vos fiz transportar; e orai por ela ao SENHOR, porque, na sua paz, vós tereis paz” (Jeremias 29.7)
Vejamos, agora, alguns outros pressupostos bíblicos focalizando o campo legal de sujeição às autoridades constituídas, fundamentando-se na sua honorabilidade e legitimidade: - “Toda alma esteja sujeita às autoridades superiores; porque não há autoridade que não venha de Deus; e as autoridades que há foram ordenadas por Deus” (Romanos 13.1)
- “Sujeitai-vos, pois, a toda ordenação humana por amor do Senhor; quer ao rei, como superior; quer aos governadores, como por ele enviados para castigo dos malfeitores e para louvor dos que fazem o bem” (1 Pedro 2.13,14).
Certamente você notou que os dois últimos textos bíblicos acima transcritos falam de “autoridades superiores” e “ordenação humana” não especificando que essas autoridades sejam necessariamente cristãs, mas que ajam dentro dos limites da legalidade, respeito, ética e moralidade de tal forma que sejam “castigo dos malfeitores” e sejam “louvor dos que fazem o bem”. O mesmo diz o contexto de Romanos 13.1-7 (leia-o). No texto de Jeremias 29.7 (acima transcrito) há ordem divina para que os judeus orassem pela cidade para onde tinham sido transportados cativos, e que buscassem a paz daquela cidade.
Ressalto que o Império Babilônico, onde os judeus estavam cativos, não era cristão. Com certeza você também percebeu que o texto de 1 Timóteo, acima citado, nos manda orar “por todos os homens” e destaca que o façamos “pelos reis e por todos os que estão em eminência” com um propósito específico: “para que tenhamos uma vida quieta e sossegada”.
Com certeza oração, súplica diante de Deus, nossa consagração, intercessão pela nossa terra, e intercessão pelas autoridades constituídas devem fazer parte de nossa primeira atitude em resposta à nossa responsabilidade como cidadãos brasileiros, na pergunta formulada no final do primeiro parágrafo destas linhas. Mas não para aí a nossa responsabilidade como cidadãos desta terra; temos mais a fazer. Continuaremos este assunto na Parte II, se Deus quiser.
Ao amigo que é cidadão desta terra mas ainda não é cidadão do Reino de Deus te oriento: Receba Jesus Cristo como teu Salvador pessoal e como Senhor de tua vida HOJE. Você já conhece algumas facetas ruins da sociedade humana (violência urbana, mentira, corrupção, injustiça social, suborno, ganância, etc.). No celestial Reino de Deus não há estas facetas terrenas. Nele (no Reino de Deus) você já pode desfrutar hoje de perdão, paz, comunhão com Deus,... e, no porvir, desfrutarás das “coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem são as que Deus preparou para os que o amam” (1 Coríntios 2.9). Essas coisas são gloriosas e estão reservadas para você e para mim no Reino de Deus. Venha!...
Pr. Celso de Castro Costa
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